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Novo regulamento das piscinas gera onda de contestação

SOCIEDADE. O município vila-franquense ficará, a partir de Outubro, com a tutela de parte das modalidades aquáticas que, até ao momento, eram dinamizadas pelos clubes. Estes queixam-se que “a câmara empurra para nós apenas os atletas que dão despesa, ou seja, os da competição”.

Mário Caritas

O novo regulamento camarário aprovado para a utilização das piscinas municipais está a gerar uma onda de contestação por parte de clubes, associações e colectividades. Tudo porque alegadamente esta nova medida é prejudicial dado que “iremos perder muitos praticantes”, adverte Carlos Conceição, presidente da Direcção do Centro Social e Cultural do Bom Sucesso, em Alverca. Na prática, a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira passa a ter sob a sua tutela 15 modalidades não competitivas, deixando para os clubes as chamadas “modalidades aquáticas competitivas”.

Carlos Conceição entende que, desta forma, a edilidade arrecada uma fatia importante das receitas que até agora ajudavam os clubes a fomentar a natação e a suportar os gastos inerentes aos atletas de competição. “Iremos perder a mais-valia que a colectividade tem em relação à natação porque aquilo que pagamos ao INATEL é subsidiado com o dinheiro que ganhamos com os atletas que agora a câmara nos quer retirar.

Clubes em risco de perder a natação

As modalidades que passam para a tutela municipal são as seguintes: coração saudável, hidrosénior, hidroginástica, hidrodeep, hidrocycling, natação para bebés, adaptação ao meio aquático, aprendizagem/aperfeiçoamento de técnicas de natação pura (níveis), natação sénior, natação adaptada, hidroterapia, correcção postural, hidro pré-parto, pólo aquático e natação sincronizada. Os clubes e associações ficam, por seu turno, com a adaptação ao meio aquático – crianças, aperfeiçoamento – crianças (categoria B), natação – pura, sincronizada e pólo aquático (categoria A) e federados (formação e competição).

Mário Lopes, técnico responsável pelas classes de natação da Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense (SFRA), tem opinião idêntica. “Para nós, SFRA, esta medida é prejudicial porque o pouco apoio que podíamos tirar da natação iremos perdê-lo. Creio que se a câmara deixar só para os clubes a competição, alguns deles vão deixar de ter natação.

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Categorias:Alverca
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