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Atletismo de referência na CEBI

DESPORTO. Cerca de 25 atletas, desde benjamins até aos juvenis, vestem com orgulho a camisola da CEBI nas pistas de atletismo da região e do país. E já começam a dar cartas a nível federado.

Mário Caritas

As classes de atletismo da Fundação CEBI, em Alverca, já dão cartas a nível nacional. Prova disso é, por exemplo, o título de vice-campeões nacionais de iniciados masculinos de corta-mato obtido no ano passado. Acácio Paixão, treinador e responsável pela secção, refere que, dentro da fundação, “esta é a modalidade desportiva que tem tido mais visibilidade, é uma aposta ganha e temos levado o nome da instituição a vários pontos do país”.

A carolice inicial foi sendo gradualmente substituída por um trabalho sustentado que já está a dar frutos a vários níveis. “Os miúdos sabem disso. Por isso é que os atletas mais antigos, que já não estudam no Colégio José Álvaro Vidal, continuam a praticar cá o atletismo.” E a tendência é para que essa prática se generalize. “A tendência será sempre para crescer pois isto é uma fonte inesgotável. Há quatro anos começámos com sete atletas e actualmente já vamos em quase três dezenas.”

A participação nas chamadas provas populares tem sido preterida a favor das competições federadas, mais duras e onde a competição é levada mais a sério. “Quando começámos a ideia era que os miúdos fizessem as provas mais simples e onde há prémios para todos, andámos dois anos assim… No terceiro ano começámos a fazer a transição para o desporto federado, em que se disputa o acesso aos nacionais. Este ano, os atletas mais velhos praticamente só têm feito provas federadas.”

Ao todo o atletismo da CEBI movimenta cerca de 25 miúdos, desde benjamins até juvenis. Já esta época os infantis foram campeões regionais federados e os iniciados vice-campeões. “Entretanto está a arrancar a temporada de pista, sendo que temos um grupo de três miúdos iniciados muito forte”, acrescenta Acácio Paixão cuja filosofia de treino é a qualidade em detrimento da quantidade: “Trabalho com cargas baixas, ou seja, poucos treinos em relação a outros miúdos de outros clubes; há miúdos de outros clubes que treinam todos os dias, os meus não porque eu quero que eles evoluam todos os anos, logo a sua margem de progressão no futuro é enorme.”

O técnico entende pois que na CEBI devem-se dar (boas) bases para futuros atletas de competição. “Deste lote de 25 sei que não vão chegar todos ao topo, mas se chegarem 4/5 aos seniores, mesmo que saiam para clubes de maior dimensão, são diamantes que estão por lapidar, portanto ainda têm muita margem de progressão. Eles devem treinar a sério quando forem homens, ou seja, a partir do momento em que eles tiverem gasolina e pernas para andar, é deixá-los partir.”

Categorias:Alverca
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